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Álcool
de cana permite diesel renovável
O primeiro biodiesel totalmente renovável do mundo
foi criado por pesquisadores da USP, que conseguiram incorporar
o álcool de cana à produção do
combustível. De quebra, a equipe conseguiu reduzir
o tempo necessário para produzir o biodiesel de seis
horas para 30 minutos, um avanço que pode ser crucial
para que ele se torne viável economicamente. Uma das
vantagens desse combustível é de só usar
fontes vegetais e, portanto, renováveis. Ao contrário
do metanol, o álcool de cana pode ser reposto a cada
safra, assim como os óleos vegetais que são
o componente principal da reação. Dessa forma,
o dióxido de carbono gerado pela queima do biodiesel
pode ser reabsorvido pelas plantas que são matéria-prima
para os óleos vegetais, evitando assim os efeitos do
gás sobre o clima do planeta. Em parceria com outras
universidades brasileiras e com o Ministério da Ciência
e Tecnologia, já está em andamento o projeto
de misturar 5% de biodiesel ao diesel usado em veículos
no país. Mesmo com a produção ainda sendo
pequena, 1 mil litros por dia, essa proporção
reduziria em 17% a emissão de enxofre e em 13,5% a
de material particulado em forma de fuligem.
Fonte: www.folha.com.br
Metade
helicóptero, metade avião
Está quase concluído o desenvolvimento, no Estados
Unidos, de uma aeronave híbrida, que é em parte
um avião, em parte um helicóptero. O modelo
tem motores que giram 90 graus, Permitindo à aeronave
decolar verticalmente e voar horizontalmente como um avião.
A aeronave tem dois motores e pode levar de seis a nove passageiros,
de acordo com sua configuração. O híbrido
voa a cerca de o dobro da velocidade de um helicóptero
comum e tem o alcance de 750 milhas náuticas. Sua comercializaçao
está planejada para 2007 e espera-se que seja utilizada
para o uso coorporativo e de resgate.
Fonte: www.cnn.com.br
Lançada
alternativa ao ar-condicionado
Acaba de ser desenvolvido, em São Paulo, um aparelho
refrigerador de ar que diminui a temperatura, umidifica o
ambiente e pode ser usado com janelas abertas, a partir da
evaporação da água. Com tamanho e formato
de um ar condicionado tradicional, o novo equipamento, batizado
de Ecobrisa, funciona com dois pequenos ventiladores, que
aspiram o ar externo através de um painel evaporativo
úmido, onde ocorre a evaporação da água
e o conseqüente resfriamento do ar, pela troca de calor.
A capacidade de resfriamento do Ecobrisa não é
tão potente quanto a do ar condicionado, pois depende
fundamentalmente da umidade relativa do ar.
Fonte: www.estadao.com.br
Dendê
pode se tornar fonte de energia
O
óleo de dendê, em breve, pode substituir o óleo
diesel na geração de energia elétrica
em cidades isoladas do país. É o que esperam
os pesquisadores do Centro Nacional de Referência em
Biomassa, da USP, que participam do Projeto Geração
de Energia Elétrica em Pequena Comunidade da Amazônia
utilizando Óleo Vegetal. A intenção é
instalar e operar um gerador a diesel adaptado para funcionar
com o óleo de dendê na comunidade de Vila Soledade,
na cidade de Moju, no Pará, como teste para o projeto.
O objetivo é levar até o município energia
elétrica barata e de boa qualidade, além de
diminuir a emissão de carbono na atmosfera, por meio
da troca da queima do diesel pela do óleo vegetal,
ajudando a combater o aquecimento global. Mais de 40 mil litros
de óleo de dendê serão doados por uma
empresa parceira no projeto. O sistema deve funcionar durante
seis a oito horas por dia, a não ser quando forem necessárias
interrupções para manutenções
preventivas e corretivas. O gerador a diesel deve ficar de
reserva, caso ocorra qualquer falha no processo, para que
a população não fique sem energia.
Fonte: http://revistagalileu.globo.com
Americanos
fazem estrada de gelo no Pólo Sul
Engenheiros
americanos começaram a construir uma trilha de 1.600
km para o Pólo Sul. O objetivo é ligar a estação
McMurdo, na costa do continente antártico, à
base de pesquisas Amundsen-Scott. A expectativa dos norte-americanos
é de que o caminho seja uma rota regular para tratores
levarem comida e combustível ao Pólo Sul. Nos
próximos dois anos, os engenheiros vão delimitar
a estrada de neve. Até agora, eles já abriram
140 km no gelo. Os engenheiros estão utilizando jipes
com radar para superar as fendas no gelo. Ao identificá-las,
a equipe usa dinamites para abrir caminho. Se tudo transcorrer
como esperam os norte-americanos, a rota para o Pólo
Sul passará por um teste definitivo em 2005. Um comboio
de tratores vai fazer o percurso de ida e volta, em um total
de cerca de 3.200 km, para tentar provar que o caminho poderá
ser utilizado regularmente.
Fonte: www.bbc.com.uk/portuguese
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